Pensado para a primeira infância
A rotina do didi fala a língua do berçário e da educação infantil porque foi desenhada para elas, não adaptada de um app do ensino médio.
A professora registra soneca, refeição, fralda e saúde em poucos toques, ou simplesmente falando. A família recebe o dia escrito com carinho, não uma lista de ícones.
Na agenda de papel, a resposta vem em poucas palavras escritas na correria. Nas agendas digitais genéricas, vem em ícones soltos, misturada com boleto, loja e comunicado para a escola inteira.
E do outro lado tem uma professora com doze crianças, uma no colo, tentando preencher doze agendas antes das cinco da tarde.
O didi foi feito para as duas pontas dessa história.
A rotina não precisa parar para o registro acontecer. A professora fala da turma como falaria com a coordenação, o didi separa o que foi dito por criança e ela revisa antes de salvar.
Mais fácil para quem está em aula com a turma. Mais rápido para quem precisa registrar.
“A Sofia comeu tudo no almoço e repetiu. O Bento comeu pouco. Todo mundo dormiu bem, menos a Laura, que acordou chorando.”
A rotina do didi fala a língua do berçário e da educação infantil porque foi desenhada para elas, não adaptada de um app do ensino médio.
Cada toque da professora vira frase, com o prato puxado direto do cardápio da semana.
“Hoje a Ana dormiu tranquila e acordou bem. No almoço, comeu tudo do arroz com feijão e frango.”
Todo mundo almoçou bem? Marque a turma de uma vez e ajuste só quem foi diferente. “Todos presentes” resolve a chamada num toque e “Publicar turma” envia o diário do dia. A professora volta a olhar para as crianças.
Cada módulo acende ou apaga. A direção esconde na hora o que a escola não usa, do painel e do app, e religa quando quiser. Nada de menu cheio do que a escola não precisa. Os adicionais, em amarelo, a escola contrata só se quiser.
Em poucos toques, pelo app ou pelo computador. Nada chega à família antes de ser publicado.
O relato do dia, as fotos autorizadas, os recados e o livro do mês, tudo no celular.
Direção, coordenação e professoras organizam tudo no computador ou no tablet. O painel segue o mesmo desenho do app, com o Início de cada papel, e uma busca acha qualquer criança, família, professora ou turma pelo nome.
Um tablet na entrada mostra quem chegou para buscar cada criança, ao vivo.
A família acompanha o dia do filho, e a equipe registra de onde estiver.
Escola de demonstração, dados fictícios.





A família toca em “Cheguei” no celular, um toque só, e pelo carro ainda pode avisar que está chegando: a portaria já vê quem está a caminho da escola. A portaria vê na hora e, com um toque para chamar e outro para entregar, a criança sai; tocou errado, dá para desfazer na hora. Autorizados com foto e dias da semana, “quem busca hoje” antes da chegada e o histórico de saídas para a família. A mãe do colega pode autorizar outra família do didi: quem vai buscar recebe o aviso, toca em “Cheguei” e a família vê a hora da entrega. Na direção, a busca “Quem vem buscar?” no Início leva direto a quem busca a criança hoje. No carro, pelo CarPlay e pelo Android Auto: “Cheguei”, “Chego em 5, 10 ou 15 min”, “Avisar todos” os filhos de uma vez e o caminho até a escola no Mapas, no Google Maps ou no Waze.
Cada pessoa vê só o que precisa. A escola ganha controle sem expor dados sensíveis.
Ler a política de privacidade →A comunicação da escola precisa chegar a mais famílias. O didi segue critérios de acessibilidade da WCAG 2.2 e as diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão, com VLibras e menu de acessibilidade, para pessoas com deficiência visual, auditiva, motora, intelectual e outras necessidades. Ler a declaração de acessibilidade
Começar é simples. A implantação é acompanhada do cadastro das turmas ao primeiro diário publicado.
O primeiro passo é cadastrar a escola: a nossa equipe libera o acesso em até 24 horas e a direção recebe por e-mail o link para criar a senha.
É o diário digital da educação infantil. A professora registra a rotina das crianças em poucos toques ou falando, e a família recebe o dia escrito no celular, junto com recados, comunicados, fotos autorizadas e a saída pela portaria.
Para escolas de educação infantil, do berçário à pré-escola. A rotina fala a língua dessa fase: soneca, mamadeira, fralda, desfralde, refeições e saúde.
O didi tem app para iPhone (App Store, abre em nova aba) e Android (Google Play, abre em nova aba), e também funciona pelo navegador. A família entra pelo convite que a escola manda por WhatsApp ou e-mail, sem cadastro aberto.
Não. Quem preferir entra com um código que chega no WhatsApp. Também dá para entrar com e-mail e senha.
Você cadastra a escola no site e a nossa equipe libera o acesso em até 24 horas. Depois é cadastrar as turmas, convidar a equipe, subir a planilha de alunos com os responsáveis e mandar os convites às famílias. A implantação é acompanhada até o primeiro diário publicado.
O valor depende do tamanho da escola. Fale com a gente pelo WhatsApp e mandamos uma proposta.
A professora escolhe a turma e fala, como falaria com a coordenação. O didi separa o que foi dito por criança e ela confere e desmarca o que quiser antes de gravar. O áudio não fica guardado, e remédio e dose não entram por voz: ficam registrados em Saúde.
Não. Ela marca a turma inteira de uma vez, por exemplo "todos almoçaram bem", e ajusta só quem foi diferente. "Todos presentes" resolve a chamada num toque e "Publicar turma" envia o diário do dia.
O dia escrito em texto corrido, com o nome da criança e o prato do cardápio, mais a linha do tempo, os recados, os comunicados e as fotos autorizadas. Nada chega à família antes de a escola publicar.
Só aparece na foto a criança cuja família autorizou o uso de imagem. A direção assina o termo de responsabilidade em nome da escola e cada família declara ciência. As fotos só abrem com login, sem link aberto circulando.
A família toca em "Cheguei" no app e, se quiser, avisa antes que está a caminho. A portaria vê a fila ao vivo, chama e entrega a criança com dois toques. Os autorizados a buscar ficam cadastrados com foto e dias da semana.
Cada pessoa vê só o que o papel dela permite. A direção vê a escola toda, a coordenação todas as turmas, a professora as suas, a família só o próprio filho e a portaria só as chegadas. A nutricionista vê apenas alergias e restrições alimentares.
Sim. O acesso é só por convite, cada papel vê apenas o necessário e tudo fica em histórico: quem viu, mudou ou criou, inclusive a consulta à ficha de saúde. Seguimos a LGPD e a política de privacidade é pública, com canal direto com o encarregado de dados.
Dá. Cada módulo acende ou apaga: rotina, saúde, galeria, autorizações, calendário, cardápio, portaria e aulas extras. A direção esconde do painel e do app na hora e religa quando quiser.
Diário por voz, portaria com Cheguei e aulas extras são adicionais: a escola contrata só se quiser, a qualquer momento, e eles entram no mesmo app. Todo o resto vem no plano.
Os comunicados chegam também por e-mail para quem não usa o app, e a escola vê quem leu e quem ainda não viu.
Sem sinal, o app abre e mostra o último dado guardado. Recado e leitura de comunicado ficam numa fila e saem sozinhos quando a conexão volta.
Não. O didi cuida da rotina e da comunicação da escola com as famílias. A mensalidade continua no sistema que a escola já usa.
Segue os critérios da WCAG 2.2 e da Lei Brasileira de Inclusão, com VLibras, menu de acessibilidade, letra até 200% e modo escuro.
Pelo WhatsApp, com gente de verdade do outro lado, em horário comercial.
Uma demonstração rápida já mostra como o dia da escola vira uma experiência mais organizada para equipe, gestão e famílias.